Hoje eu não vou falar de amor

Eu não vou falar de amor. Falar de amor é uma merda. Falar de amor sempre rasga o peito e divide ao meio o sentimento bom que às vezes nem chega a ser. Hoje eu vou falar só da parte boa. Continue lendo

Escrito por Gi Marques

Sou a poesia da contradição com incontinência verbal contando histórias que vivi e inventei (qual é qual já não posso te contar)

Por que você não deveria acordar cedo pra ir trabalhar

Você não deveria acordar cedo pra ir trabalhar

Você já parou pra pensar como é doentio o fato da gente acordar cedo pra trabalhar? A gente só acorda cedo pra isso. A gente podia fazer tanta coisa mais interessante. Acordar cedo pra andar. Pra tomar café. Continue lendo

Escrito por Gi Marques

Sou a poesia da contradição com incontinência verbal contando histórias que vivi e inventei (qual é qual já não posso te contar)

O sorriso dela é o remédio mais eficiente contra o meu esquecimento

Tenho a memória curta. Me esqueço de compromissos, de promessas, de avisos e sobreavisos. Não me lembro o que comi no almoço de ontem e nem do texto que escrevi semana passada. Guardo rostos, esqueço nomes. Continue lendo

O que faz você feliz?

O que faz você feliz?

Você já parou para enxergar a felicidade? Ela está nas coisas pequenas! No bom dia da pessoa amada, no cheirinho de café. Tá naquele chocolate na TPM – ainda mais se veio, inesperadamente, de alguém especial. Tá no andar de mãos dadas, no olhar no olho, no toque da pele, no abraço apertado e no cheiro da pessoa amada. Continue lendo

A preguiça de fazer pra amanhã que deixa tudo pra ontem

Me conta: o que você deveria estar fazendo enquanto lê esse texto? Terminar um relatório? Fim do mês tá aí, tem que mensurar os resultados, né? Ou é ligar pra sua operadora pra cobrar daquela fatura que veio o dobro do preço? Deixou de fazer um texto pra pós e vai acabar fazendo de última hora no ônibus, né? Continue lendo

Escrito por Gi Marques

Sou a poesia da contradição com incontinência verbal contando histórias que vivi e inventei (qual é qual já não posso te contar)

Pra você dar o nome. Eu chamo de saudade!

E a saudade bateu de novo na minha porta. Ela é tipo um ioiô, que vem e volta. Bate e volta. Eu sabia que ela viria. Mais cedo ou mais tarde, ela sempre vem. E vem com TPM, sem TPM, com carência, sem carência e cheia de força, sempre! E ela insiste em ficar. Continue lendo

Autoconhecimento requer pausa, silêncio e pequenas doses de solidão

O carnaval acabou, março já está quase na metade e só agora consigo me dar conta do quanto as coisas mudaram por aqui. Terminei a faculdade. O sonho de uma vida que veio seguido de um grande período de inércia. Sim, já passou o carnaval e o que tenho feito? Esperando. Sentindo. Pensando. Sentindo. Continue lendo

Quarta-feira de cinzas também tem cor (um ode aos clichês)

Entre o Tô de Bowie, o Baixo Augusta, o Me Fode que Eu Sou Produção e o Bloco dos Punks, um consenso: nossa carne é de carnaval. E te afirmo, palavra de glitter e serpentina, a carne da galera do Bloco do Tô em Casa também é de carnaval. Continue lendo

Escrito por Gi Marques

Sou a poesia da contradição com incontinência verbal contando histórias que vivi e inventei (qual é qual já não posso te contar)

Eu preciso dizer que te amo

Vou ser prática, porque a vida corre rápido e não tenho tempo pra ficar explicando sentimento que é meticulosamente explicitado diariamente. Assim, não quero ser grossa: longe disso. Continue lendo

Escrito por Gi Marques

Sou a poesia da contradição com incontinência verbal contando histórias que vivi e inventei (qual é qual já não posso te contar)

Não tem nada demais se o outro não quer nada comigo

Relacionamento é assim: você conhece alguém. Aí a pessoa parece massa, um pouco desgraçada das ideias, mas nada que prejudique o desenvolvimento da conversa. Continue lendo

Escrito por Gi Marques

Sou a poesia da contradição com incontinência verbal contando histórias que vivi e inventei (qual é qual já não posso te contar)