Quando a frustração te abraça apertado...

Quando a frustração te abraça apertado…

Planos são projetos feitos para o futuro. Próximo ou distante. Existem planos do que será do dia seguinte ou das obrigações que virão logo depois do almoço. Planeja-se, mesmo que apenas mentalmente, o tempo dedicado ao ócio e o tempo aos inúmeros ofícios de um dia corrido. Continue lendo

Eu sou o amor da sua vida

Eu sou o amor da sua vida

Já que eu não acho o amor da minha vida, fiz que fiz até que chegasse pra mim a informação: eu sou amor da vida de quem? Eu vou até lá, deixa comigo, tomo a iniciativa e resolvo esse problema. Assim a gente pula o itinerário corpóreo das almas que nunca são o amor da vida de quem as abraça. Pois bem: descobri. Continue lendo

Escrito por Gi Marques

Sou a poesia da contradição com incontinência verbal contando histórias que vivi e inventei (qual é qual já não posso te contar)

Sobre você: era pra ser um poema, mas virou turbilhão

Sobre você: era pra ser um poema, mas virou turbilhão

Era pra você ser uma crônica escrita num domingo de manhã, com cheiro de café recém-coado e gosto de quem dormiu tudo o que precisava. Era pra você ser um poema escrito na sexta a noite depois do expediente, com o peso das costas e o suor do dia que insiste em nunca acabar. Continue lendo

Escrito por Gi Marques

Sou a poesia da contradição com incontinência verbal contando histórias que vivi e inventei (qual é qual já não posso te contar)

Zé, essa é daquelas mulheres que você só encontra uma vez na vida

Ô, Zé, tive tantas mulheres. Conheci algumas que tinham tudo o que eu sempre quis, sabe? Passei, também, por aquelas que fazem cê esquecer todas as outras. Ah, como elas eram boas. Mas tem aquela, Zé, que foge de tudo aquilo que cê já viu. Continue lendo

Hoje eu não vou falar de amor

Eu não vou falar de amor. Falar de amor é uma merda. Falar de amor sempre rasga o peito e divide ao meio o sentimento bom que às vezes nem chega a ser. Hoje eu vou falar só da parte boa. Continue lendo

Escrito por Gi Marques

Sou a poesia da contradição com incontinência verbal contando histórias que vivi e inventei (qual é qual já não posso te contar)

Por que você não deveria acordar cedo pra ir trabalhar

Você não deveria acordar cedo pra ir trabalhar

Você já parou pra pensar como é doentio o fato da gente acordar cedo pra trabalhar? A gente só acorda cedo pra isso. A gente podia fazer tanta coisa mais interessante. Acordar cedo pra andar. Pra tomar café. Continue lendo

Escrito por Gi Marques

Sou a poesia da contradição com incontinência verbal contando histórias que vivi e inventei (qual é qual já não posso te contar)

O sorriso dela é o remédio mais eficiente contra o meu esquecimento

Tenho a memória curta. Me esqueço de compromissos, de promessas, de avisos e sobreavisos. Não me lembro o que comi no almoço de ontem e nem do texto que escrevi semana passada. Guardo rostos, esqueço nomes. Continue lendo

O que faz você feliz?

O que faz você feliz?

Você já parou para enxergar a felicidade? Ela está nas coisas pequenas! No bom dia da pessoa amada, no cheirinho de café. Tá naquele chocolate na TPM – ainda mais se veio, inesperadamente, de alguém especial. Tá no andar de mãos dadas, no olhar no olho, no toque da pele, no abraço apertado e no cheiro da pessoa amada. Continue lendo

A preguiça de fazer pra amanhã que deixa tudo pra ontem

Me conta: o que você deveria estar fazendo enquanto lê esse texto? Terminar um relatório? Fim do mês tá aí, tem que mensurar os resultados, né? Ou é ligar pra sua operadora pra cobrar daquela fatura que veio o dobro do preço? Deixou de fazer um texto pra pós e vai acabar fazendo de última hora no ônibus, né? Continue lendo

Escrito por Gi Marques

Sou a poesia da contradição com incontinência verbal contando histórias que vivi e inventei (qual é qual já não posso te contar)

Pra você dar o nome. Eu chamo de saudade!

E a saudade bateu de novo na minha porta. Ela é tipo um ioiô, que vem e volta. Bate e volta. Eu sabia que ela viria. Mais cedo ou mais tarde, ela sempre vem. E vem com TPM, sem TPM, com carência, sem carência e cheia de força, sempre! E ela insiste em ficar. Continue lendo

Autoconhecimento requer pausa, silêncio e pequenas doses de solidão

O carnaval acabou, março já está quase na metade e só agora consigo me dar conta do quanto as coisas mudaram por aqui. Terminei a faculdade. O sonho de uma vida que veio seguido de um grande período de inércia. Sim, já passou o carnaval e o que tenho feito? Esperando. Sentindo. Pensando. Sentindo. Continue lendo

Quarta-feira de cinzas também tem cor (um ode aos clichês)

Entre o Tô de Bowie, o Baixo Augusta, o Me Fode que Eu Sou Produção e o Bloco dos Punks, um consenso: nossa carne é de carnaval. E te afirmo, palavra de glitter e serpentina, a carne da galera do Bloco do Tô em Casa também é de carnaval. Continue lendo

Escrito por Gi Marques

Sou a poesia da contradição com incontinência verbal contando histórias que vivi e inventei (qual é qual já não posso te contar)