O que faz você feliz?

O que faz você feliz?

Você já parou para enxergar a felicidade? Ela está nas coisas pequenas! No bom dia da pessoa amada, no cheirinho de café. Tá naquele chocolate na TPM – ainda mais se veio, inesperadamente, de alguém especial. Tá no andar de mãos dadas, no olhar no olho, no toque da pele, no abraço apertado e no cheiro da pessoa amada. Continue lendo

A preguiça de fazer pra amanhã que deixa tudo pra ontem

Me conta: o que você deveria estar fazendo enquanto lê esse texto? Terminar um relatório? Fim do mês tá aí, tem que mensurar os resultados, né? Ou é ligar pra sua operadora pra cobrar daquela fatura que veio o dobro do preço? Deixou de fazer um texto pra pós e vai acabar fazendo de última hora no ônibus, né? Continue lendo

Escrito por Gi Marques

Sou a poesia da contradição com incontinência verbal contando histórias que vivi e inventei (qual é qual já não posso te contar)

Pra você dar o nome. Eu chamo de saudade!

E a saudade bateu de novo na minha porta. Ela é tipo um ioiô, que vem e volta. Bate e volta. Eu sabia que ela viria. Mais cedo ou mais tarde, ela sempre vem. E vem com TPM, sem TPM, com carência, sem carência e cheia de força, sempre! E ela insiste em ficar. Continue lendo

Autoconhecimento requer pausa, silêncio e pequenas doses de solidão

O carnaval acabou, março já está quase na metade e só agora consigo me dar conta do quanto as coisas mudaram por aqui. Terminei a faculdade. O sonho de uma vida que veio seguido de um grande período de inércia. Sim, já passou o carnaval e o que tenho feito? Esperando. Sentindo. Pensando. Sentindo. Continue lendo

Quarta-feira de cinzas também tem cor (um ode aos clichês)

Entre o Tô de Bowie, o Baixo Augusta, o Me Fode que Eu Sou Produção e o Bloco dos Punks, um consenso: nossa carne é de carnaval. E te afirmo, palavra de glitter e serpentina, a carne da galera do Bloco do Tô em Casa também é de carnaval. Continue lendo

Escrito por Gi Marques

Sou a poesia da contradição com incontinência verbal contando histórias que vivi e inventei (qual é qual já não posso te contar)

Eu preciso dizer que te amo

Vou ser prática, porque a vida corre rápido e não tenho tempo pra ficar explicando sentimento que é meticulosamente explicitado diariamente. Assim, não quero ser grossa: longe disso. Continue lendo

Escrito por Gi Marques

Sou a poesia da contradição com incontinência verbal contando histórias que vivi e inventei (qual é qual já não posso te contar)

Não tem nada demais se o outro não quer nada comigo

Relacionamento é assim: você conhece alguém. Aí a pessoa parece massa, um pouco desgraçada das ideias, mas nada que prejudique o desenvolvimento da conversa. Continue lendo

Escrito por Gi Marques

Sou a poesia da contradição com incontinência verbal contando histórias que vivi e inventei (qual é qual já não posso te contar)

Um inferno astral do cac***!

Tomei bolo até do meu pai. Começa por aí. Parece hilário – eu mesma fiz dezessete piadas até agora, mas, juro: traumático. Fora isso, o de sempre. É final de ano, tudo é caótico, todo trampo vem com o dobro de exigências, Continue lendo

Escrito por Gi Marques

Sou a poesia da contradição com incontinência verbal contando histórias que vivi e inventei (qual é qual já não posso te contar)

São justas todas as formas de amor

Ninguém é melhor que ninguém para julgar se esse ou aquele tá certo ou errado, só porque ele escolheu namorar um homem ou aquela menina toda bonitinha tá apaixonada por outra garota que também é delicada. Continue lendo