De cima do mundo eu vi o tempo: A Banda Mais Bonita da Cidade canta o amor em novo álbum

O novo disco d’A Banda Mais Bonita da Cidade e um espetáculo para cantar o amor

De cima do mundo eu vi o tempo é o novo disco d’A Banda Mais Bonita da Cidade e seu lançamento nos palcos aconteceu nesta terça-feira (29), no Teatro Porto Seguro, em São Paulo. O meio de semana à noite não impediu um teatro lotado de cantar junto com a Uyara, vocalista, todas as músicas num tom uníssono.

Era de se esperar uma noite inesquecível, mas foi surpreendente enxergar uma banda completa e sinergética, com integrantes que pareciam conversar através de seus lugares e funções no palco. O baixista, os guitarristas, percussionistas e os garotos do sopro andavam de mãos dadas com a voz delicada e forte da vocalista.

O show passou por músicas dos discos anteriores, como “Uma atriz” e “Que isso fique entre nós” e chegou nas letras incríveis do novo álbum, como a canção “Trovoa”, em que o público acompanhou na voz ao dizer que “acho que eu teria um troço se você dissesse que não tem negócio”.

Um cover forte e surpreendente de “Tigresa”, de Caetano Veloso, deixou as emoções do público à flor da pele e só não recebeu mais gritos emocionados do que a performance em voz e violão da canção “Se eu corro”, que deu abertura a uma série de músicas românticas e acalentadoras d’A Banda. Exibindo O novo disco d’A Banda…

Foi surpreendente ouvi-los ao vivo e reconhecer a qualidade sonora inclusa nos discos e ainda mais surpreendente ver uma plateia que batia mais palmas do que fotos e marchou sincronizadamente na tão conhecida canção “Oração”.
A Banda Mais Bonita da Cidade emocionou novamente quem os conhecia, surpreendeu quem foi conhecê-los e deixou uma marca no peito de todos que estavam presentes. Uma noite pra se lembrar. De cima do mundo, eles viram o tempo. De frente pro palco, nós vimos vida. Um espetáculo.

 

De cima do mundo eu vi o tempo – ÁLBUM 

A BANDA MAIS BONITA DA CIDADE

Escrito por Gi Marques

Sou a poesia da contradição com incontinência verbal contando histórias que vivi e inventei (qual é qual já não posso te contar)